sábado, 16 de março de 2019

Leituras da Série Vaga-Lume


Oiii pessoal, tudo bem?
Lá no Projeto “Tem que ler mesmo?”, neste semestre, colocamos como desafio ler obras da série Vaga-Lume. Então, passeando pela biblioteca, aproveitei para pegar 2 livros emprestados, que são: A Ilha Perdida e Missão no Oriente.
Falarei um pouquinho deles aqui...


“A Ilha Perdida” – Maria José Dupré
A história conta a aventura de Henrique e Eduardo que, ao ir passar uns dias na casa do padrinho, perto de Taubaté, se aventuram em descobrir os segredos da Ilha Perdida. Os irmãos não medem esforços para chegar à ilha e até enfrentam os perigos do Rio Paraíba para cumprirem esta missão. Mas, o que os garotos não imaginavam, é que já haveria um habitante na ilha, aliás, muito misterioso.
A autora traz uma narrativa muito gostosa de ler e nos coloca bem perto da natureza. Ao nos aventurarmos junto com Henrique pela ilha, entendemos como é importante o equilíbrio entre a natureza e o homem.
Os meninos também nos lembram de sempre, em qualquer hipótese, não fazer as coisas escondidos. Pensa no perrengue deles: a canoa levada pela correnteza do rio, um dos irmãos perdidos na ilha e os padrinhos que não sabiam onde os meninos estavam. Enfim, vale a pena dar uma boa lida!




“Missão no Oriente” – Luiz Puntel
O livro aborda a história de Mônica, uma descendente de japoneses que vai atrás do avô no Japão. Não conseguindo passar no vestibular, ela decide fazer esta viagem, sem saber que aconteceriam muitos fatos que a transformariam.
O choque cultural é mostrado ao longo da história, no dia a dia da personagem. Mas, ela encontra amigos que fazem com que os dias sejam menos penosos. Junto a Mário, Nélson e Taeko, sua amiga de infância, a missão de encontrar seu avô vai sendo compartilhada.
Mônica se depara com pessoas misteriosas, que sempre lhe falam do florescer das cerejeiras ou do encontro que ela deve ter consigo mesma.
Confesso que este livro me prendeu bastante (mais do que A Ilha Perdida)!
Pode-se aprender, inclusive, algum vocabulário japonês, palavras simples mas que são explicadas ao longo de toda a história. Outro ponto é o amadurecimento da personagem que, tomando contato com a cultura japonesa, vai se aceitando enquanto descendente.

O bom de ler estas duas histórias é que falaram de lugares que conheço, como Taubaté, Rio Paraíba, o bairro da Liberdade, então nos sentimos próximos dos personagens e de toda a narrativa.


Por Ale Veras

2 comentários:

  1. Oi Ale, me interessei demais pela Missão no Oriente, gosto muito de cultura japonesa, as animações por exemplo, são maravilhosas. Acho que vou gostar do livro!
    Abraço, Ale e Nice!

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    1. Oi Dalva!!! Leia sim, eu gostei muitoooo!!!! A história até traz algumas coisas da cultura deles, é bem bacana!!! Se ler, depois me conte o que achou!!
      Abraçooos!!!
      Ale

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