sábado, 20 de julho de 2019

Trilogia "Fundação" - Isaac Asimov

E aí, pessoal, tudo bem?

Hoje trago para vocês uma leitura que achei bem interessante e que sempre ouvia falar: a Trilogia "Fundação".

Antes de falar da obra em si, é importante falar um pouco sobre o autor: Isaac Asimov. Ele é considerado um dos autores mais importante, senão o mais importante, da ficção cientifica. Ele nasceu na Rússia, em 1920, mas viveu em New York desde nos 3 anos de idade, naturalizando-se, então, americano. Estudou química, na Universidade de Colúmbia, e concluiu o doutorado em Bioquímica na mesma universidade. Em 1949, se tornou professor de bioquímica na Faculdade de Medicina da Universidade de Boston. Já em 1958, deixa o cargo e passa a se dedicar na atividade de escritor.
Escreveu e editou mais de 500 livros, dentro dos temas de ficção científica, mistério, detetive, enciclopédias, livros didáticos, trabalhos variados nos campos da ciências, dentre outros. Ele se tornou muito conhecido pela publicação das séries: Robôs, Império e Fundação.
É de sua autoria:  “Eu Robô” (1950), “As Cavernas de Aço” (1954), “O Sol Desvelado” (1957) e “Os Robôs do Amanhecer” (1983),  “Fundação” (1951), “Fundação e Império” (1952) e “Segunda Fundação” (1953), “The Stars, Like Dust” (1951), “As Correntes do Espaço” (1952) e “Pedras no Céu” (1950), entre outros.
Faleceu em 1992, por falência múltiplas dos órgãos, ocasionada pelo vírus da Aids, contraído em uma transfusão de sangue em 1983. (Fontes: EBiografia e Editora Aleph)

Agora que já conhecemos um pouco do autor, vamos à Trilogia "Fundação".


O primeiro livro, "Fundação", conta como tudo começou. Nos apresenta Hari Seldon, com a psico-história, que une matemática e outras ciências para prever acontecimentos futuros, de forma a querer evitar que o caos se instaure no Império Galáctico. Segundo ele se o Império continuasse daquela forma, viriam 30 mil anos de barbárie sobre os povos, mas se seguissem o que ele havia planejado, com a Fundação, a barbárie se reduziria para apenas mil anos.
Em cada capítulo personagens novos aparecem, mas que seguem a linha iniciada por Seldon e defendem a Fundação o quanto podem. Cada dificuldade encontrada é chamada de "crise Seldon" e os que estão à frente precisam tomar decisões de acordo com o plano do fundador.

No segundo livro, "Fundação e Império", nos deparamos com mais alguns anos de crescimento da Fundação. Porém, mesmo buscando formas de se manter, a Fundação precisa lutar contra resquícios do Império. 
Neste volume, alguém inesperado aparece: o Mulo. Ele não foi previsto por Hari Seldon e, aqueles que defendem a Fundação e acreditam nela, precisam pensar em formas de manterem o curso da psico-história, já que este novo personagem possui um poder diferente. Neste livro é descoberto que existe uma Segunda Fundação, que trabalha com os poderes da mente.

E, por fim, a "Segunda Fundação" apresenta todos os esforços do Mulo para destruir a Segunda Fundação. O interessante deste livro é que, na segunda parte, surge uma protagonista feminina muito incrível. Uma grande briga entre Terminus, onde fica a Fundação, e Kalgan, que é o planeta do Mulo, traz muitos pontos acerca da Fundação e da Segunda Fundação. Mas ainda há muita desconfiança sobre este último, que quer de qualquer forma, apesar dos imprevistos, manter o Plano Seldon em ação. Arcádia, que é a protagonista da segunda parte do livro, ajuda que a trilogia se encerre com chave de ouro!

Bem, para aqueles que gostam de uma boa dose de ficção científica, vale a pena ler! 
Dos três livros, o último foi o mais legal. O segundo se tornou mais interessante conforme a história ia fluindo... fiquei bem satisfeita de poder entender um pouco da grandiosidade desta obra. Do meu ponto de vista, há um certo toque político no texto, quando fala-se do Império, quando as crises aparecem, como alguns personagens se comportam, enfim, é muito interessante!

E você? Já leu esta trilogia? 

Gostaria de deixar sua opinião também? Escreva nos comentários!!! Ficaremos tão felizes com sua opinião!

Por Ale Veras

quinta-feira, 11 de julho de 2019

Entre uma linha e outra!

Ola viajantes!

Uma coisa puxa a outra... 

Quando menina sempre via minha avó a crochetar. Ela docilmente me ensinou os pontos básicos e dali fui me aventurando neste mundo colorido e repleto de gráficos e formas.

Porém, já fazia um bom tempo que não mexia com as linhas. Sou apaixonada pelo crochet filé!

Resolvi resgatar velhos hábitos, que por sinal muito saudável. 

Arrisquei e saiu esta pequena manta. Tinha vários restinhos de linha esterlina, lá fui eu relembrar o ponto alto, correntinha e o ponto baixo. Fiquei bem feliz com o resultado.

Entre as linhas do livro, agora estou, entre linhas coloridas!

E vocês gostam de trabalhos manuais?

Boas leituras e boas laçadas!




By Nice Sestari