segunda-feira, 25 de novembro de 2019

Os Direitos Inalienáveis do Leitor

Olá Caros Viajantes!

Estava eu com meus pensamentos e admirando minha pequena biblioteca particular! Ah! Amados livros, uns nem sequer abri, outros devorei, alguns reli, uns odiei, outros amei... sei que tenho mais livros do que realmente consigo ler. Até uma lista de novos livros eu tenho!

Como não se apaixonar por eles?

Pois é! Essa paixão nos devora; quem resiste ao cheirinho de livro novo, aquela capa maravilhosa, aquele autor ou autora sensacional, a curiosidade de saber de tal personagem... como resistir. Porém como leitora aprendi que a leitura deve ser por prazer, sem cobranças e sem disputa de quem lê mais. 

O autor Daniel Pennac, com simplicidade, nos mostra que ler é um ato de LIBERDADE!

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1. O direito de não ler.
2. O direito de saltar páginas.
3. O direito de não acabar um livro.
4. O direito de reler.
5. O direito de ler não importa o quê.
6. O direito de amar os “heróis” dos romances.
7. O direito de ler não importa onde.
8. O direito de saltar de livro em livro.
9. O direito de ler em voz alta.
10. O direito de não falar do que se leu.

Depois de ler esses direitos do leitor, não dá um sentimento de liberdade?

É assim que me sinto, livre pra viajar, sonhar e fazer tudo no tempo que der.

Seja também livre pra ler no seu tempo, leia o gênero literário que mais gostar, mas leia!

Pennac escreveu 'Como um romance', neste livro tem 'Os Direitos Inalienáveis do Leitor'. De um jeito humorado, ele incentiva a leitura e o amor pelos livros, fala dos amantes e não amantes da leitura e muito mais.


Boas Leituras! 
Nice Sestari

quarta-feira, 20 de novembro de 2019

Helena Kolody

Helena Kolody (1912-2004)

'Foi a primeira mulher a publicar haicais no Brasil, em 1941.
É uma forma poética de origem japonesa, sua característica é a concisão, ou seja, a arte de dizer o máximo com o mínimo.'


SONHAR

Sonhar é transportar-se em asas de ouro e aço

Aos páramos azuis da luz e da harmonia;

É ambicionar o céu; é dominar o espaço

Num voo poderoso e audaz da fantasia.

Fugir ao mundo vil, tão vil que, sem cansaço,

Engana, e menospreza, e zomba, e calunia;

Encastelar-se, enfim, no deslumbrante Paço

De um sonho puro e bom, de paz e de alegria.

É ver no lago um mar, nas nuvens um castelo,

Na luz de um pirilampo um sol pequeno e belo;

É alçar constantemente o olhar ao céu profundo.

Sonhar é ter um grande ideal na inglória lida:

Tão grande que não cabe inteiro nesta vida,

Tão puro que não vive em plagas deste mundo.

quinta-feira, 14 de novembro de 2019

#14 Presente Literário

Dinah Silveira de Queiroz (1911-1982)

Romancista, contista e cronista, foi a segunda mulher a entrar para a Academia Brasileira de Letras (1980).

Pecado seu primeiro trabalho literário, sua próxima obra o conto A Sereia Verde, era publicado pela Revista do Brasil.

Seu maior sucesso foi Floradas na Serra (1939), ganhou o Prêmio Antônio de Alcântara Machado  em 1940  da Academia Paulista de Letras.

Esta autora recebeu também o Prêmio Afonso Arinos da Academia Brasileira de Letras com o livro As Noites do Morro do Encanto (contos).

Em 1954 ganhou o Prêmio Machado de Assis pelo conjunto de sua obra.



Floradas na Serra e A Muralha ganharam adaptações para TV e cinema.

Algumas de suas obras

Romances
Floradas na Serra - 1939
Margarida La Rocque - 1949
A Muralha - 1954
Verão dos Infiéis - 1968
Guida, Caríssima Guida - 1981

Contos
A Sereia Verde - 1941
As Noites no Morro do Encanto - 1957
Eles Herdarão a Terra - 1960
Comba Malina - 1969

Infantil
As Aventuras do Homem Vegetal - 1951
Baía de Espuma - 1979

Teatro
O Oitavo dia - 1956

Biografia
Era Uma Vez Uma Princesa - 1960
A Princesa dos Escravos - 1966

Crônica
Café da Manhã - 1969

Eu Venho, Memorial do Cristo I - 1974
Eu, Jesus, Memorial do Cristo II - 1977

Para saber mais sobre esta autora veja este link