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Mostrando postagens de maio, 2024

A Princesa de Clévis #9/200

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Olá, Caros Viajantes! Iremos para a França, com Madame de La Fayette, que escreveu o primeiro romance histórico no país.    Sinopse "Admirável é o pioneirismo desta obra-prima de 1678 que ajudou a assentar as bases do romance como gênero literário, dotando-o de seriedade e vigor intelectual. Mais ainda: foi também a primeira das narrativas romanescas a colocar de lado as peripécias de heróis em um mundo de fantasias e mergulhar inteiramente na psicologia dos personagens e em seus dilemas íntimos, vividos a portas fechadas e em ambiente realístico... Trama aparentemente banal, que Madame de Lafayette, uma erudita aristocrata, transforma em dramática aventura pelas cavernas labirínticas dos sentimentos, expostos num estilo inédito em sua época: preciso, objetivo, conciso e verdadeiro." A história se passa na corte de Henrique II, na França, num ambiente regado a traições, amores proibidos, mentiras, jogos de interesses, casamentos arranjados, desconfianças, status e arrogân

Conto Africano

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Lenda dos tambores africanos Conta a lenda que certo dia alguns macacos de nariz branco da região de Guiné Bissau, na África, planejaram trazer a lua até a Terra. Porém não sabiam como fazer para chegar até a Lua e trazê-la para baixo, até que o mais pequenino dos macacos teve uma ideia: o plano era subir uns nos outros até a alcançarem. Colocaram o plano em prática, subiram uns sobre os outros e chegaram até o céu e por fim o pequeno macaco conseguiu tocar na Lua. Mas antes que conseguissem puxar a Lua para a Terra, a pilha de macaquinhos não suportou o peso e cedeu. Todos caíram, menos o macaco pequenino, que ficou agarrado à Lua. A Lua então segurou-o pela mão e achou a cena muito engraçada. Tornaram-se amigos e a Lua deu-lhe de presente um tambor branco, que logo o macaquinho aprende a tocar. O tempo passou, e o macaquinho começou a sentir cada vez mais saudade de sua família e amigos lá embaixo na Terra. Sentia falta também das árvores e bananeiras que deixara para trás. Assim, re

Feliz Dia das Mães!

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Coisa de Mãe                                                          Bráulio Bessa Vez por outra ela duvida até do nosso amor, fazendo drama e falando como quem sente uma dor: – “Um dia, quando eu morrer, é que tu vai aprender e talvez me dar valor.” Por mais que exista amor, por mais que exista afeto, um fato que deixa a gente preocupado e inquieto é quando a mãe pronuncia sem nenhuma alegria o nosso nome completo! Quando a gente quer sair, bate um receio profundo. Pede à mãe cheio de medo e nesse exato segundo diz que “todo mundo vai” e a resposta dela sai: – “Você não é todo mundo!” Tem outra situação difícil e muito adversa. Às vezes no mei da rua a mãe também é perversa quando ela aponta o dedinho e diz assim bem baixinho: – “Em casa a gente conversa.” Por mais que a gente estude, que tenha dedicação, o boletim todo azul ela olha com atenção e fala sem gaguejar: – “Tem mesmo é que estudar. Não fez mais que a obrigação!” Se acaso a gente perder coisa boba ou coisa rara, ela ativa