terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Quando coisas ruins acontecem as pessoas boas

Olá Caros Viajantes, mais uma viagem daquelas que você passa dias se questionando!

Este livro nos faz refletir nossas atitudes, conceitos e o que pregamos quando o sofrimento está no outro e quando chega até nós. 

Depois da morte de seu filho, com 14 anos na época, o Rabino Harold teve que reaprender a lidar com sua dor, mudar suas opiniões, atitudes e saber que a natureza segue suas próprias leis. 

O Rabino começa a ver Deus de uma forma diferente, às vezes estranha, quando coloca Deus de lado e começa a ser mais racional. 

Algumas partes do livro discordei, outras até agora faço minhas reflexões e estou em busca de mais detalhes em outros livros. 

Tenho certeza que Deus, na sua infinita bondade, nos dá forças e sabedoria, para suportar as surpresas da vida. Devemos ter em mente que Deus não é um mágico esperando o espetáculo começar, para que a platéia veja os seus “truques”. E que Ele não é um Pai rancoroso, que escolhe quem vai sofrer ou não. 

Mesmo no silêncio Ele está ali... o livro nos dá uma dimensão do quanto nos culpamos e sofremos, por falta de entendimento. Também cita livros e historinhas que torna o livro mais leve, em alguns momentos.

"Uma antiga lenda chinesa fala de uma mulher cujo o filho único morreu. Em sua dor, ela se aproximou do mestre e disse: 'De que orações ou encantamentos mágicos dispões para trazer de volta a vida de meu filho?!
... traze-me um grão de mostarda de um lar que jamais tenha conhecido a tristeza'..." pg 138

Vale apena ler o livro  para saber o final da lenda!
By Nice Sestari

2 comentários:

  1. Oie, o tema é bem interessante!
    Questionar deus e religiosidade faz parte de nosso amadurecimento emocional, do significado de nossa existência e de tudo que nos rodeia.
    Penso que nossos conceitos vão se modificando ao longo do existir, nas alegrias e tristezas.
    Abraço, meninas!

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  2. Verdade Dalva, se questionar nos faz crescer e evoluir, uma fé estagnada não nos leva a lugar nenhum.

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